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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Capitão Wagner, opositor ao clã Ferreira Gomes, mira eleições de 2016






Deputado estadual eleito neste ano com a maior votação da história da Assembleia Legislativa do Ceará, o vereador capitão Wagner (PR) deve ser o principal opositor ao governador eleito do Estado, Camilo Santana (PT). Desafeto dos irmãos Cid e Ciro Gomes, padrinhos políticos de Camilo, o parlamentar ligado à Polícia Militar articulou em torno de sua candidatura as lideranças de oposição ao atual governo, como o senador eleito Tasso Jereissati (PSDB) e o candidato derrotado ao governo, senador Eunício Oliveira (PMDB), e já se projeta como pré-candidato à Prefeitura de Fortaleza em 2016.

No Estado que registra o terceiro maior índice de homicídios do país, segundo o Mapa da Violência, Wagner Sousa Gomes, o capitão Wagner, ganhou projeção com a bandeira da segurança pública. Líder da pior greve enfrentada pelo governador do Estado, Cid Gomes (Pros) em seus dois mandatos, o parlamentar teve uma ascensão meteórica na política cearense, com apoio da corporação e dos adversários dos irmãos Gomes, e bateu outro recorde de votação ao se eleger vereador em Fortaleza. A cidade é considerada a segunda mais violenta do país.

Com 35 anos, Wagner é oficial da polícia militar há 15 anos e engajou-se na política partidária em 2010. Dentro da corporação, passou a ter papel de liderança ao enfrentar o comando da PM, na luta por melhores condições de trabalho e de renda, e lançou-se candidato a deputado estadual em 2010. "Me rebelei ao falar que a gente trabalha, produz, mas precisa de melhores condições de trabalho. Para um militar, falar sobre isso é uma afronta", diz. "Mas integrantes da corporação viram na pessoa do capitão Wagner uma pessoa de coragem para reivindicar melhorias", afirma, referindo-se a si mesmo na terceira pessoa.

Capitão Wagner procurou o PSOL, mas diante da falta de interesse do partido, diz, negociou a filiação com o presidente do diretório estadual do PR, o ex-governador Lucio Alcântara, opositor aos Gomes.

Em sua primeira eleição, em 2010, para a Assembleia, teve 28,8 mil votos. "A partir dessa candidatura as perseguições aumentaram muito. Fui transferido para quatro cidades diferentes em um mês. Vi que a perseguição ia acabar culminando com a minha demissão".

Para driblar a pressão do governo, o PR fez com que uma deputada estadual do partido se licenciasse para que Wagner pudesse assumir uma cadeira na Assembleia em setembro de 2011. Três meses depois, articulou e liderou uma grande greve da polícia às vésperas do reveillón. Entre as reivindicações estavam o reajuste salarial e redução da jornada de trabalho.

Em clima de pânico, a população temia por assaltos, saques e arrastões e parte do comércio de Fortaleza fechou as portas. O governador decretou estado de emergência e pediu reforços, com homens do Exército e Força Nacional. Desde então o capitão tornou-se desafeto dos irmãos Gomes.

Capitão Wagner saiu fortalecido dentro da corporação depois dos seis dias de greve. Em 2012, lançou-se à Câmara Municipal de Fortaleza e recebeu 43,6 mil votos, quase 15 mil votos a mais do que tinha recebido dois anos antes em todo o Estado. Como vereador, além de enfrentar Cid, fez oposição ao prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (Pros), afilhado político dos irmãos Gomes.

Neste ano, Wagner elegeu-se deputado estadual com 194,2 mil votos, quase o dobro do segundo mais bem votado. A articulação com oficiais militares é feita em contato direto com os cerca de 3,5 mil filiados à associação de profissionais de segurança da qual é presidente, e de uma associação que reúne quase 7 mil cabos e soldados, presidida pelo cabo Sabino (PR), eleito deputado federal em uma dobradinha com Wagner.

"As perseguições só têm aumentado", afirma. Nesta eleição, os irmãos Gomes entraram em conflito com oficiais militares, por apoiarem o capitão e Eunício Oliveira. Em meio ao clima tenso com a corporação, a segurança pública pautou o debate do segundo turno e o governador abriu processo contra oficiais que declararam apoio a Wagner e Eunício. O capitão diz ter sido alvo de calúnia e respondeu processos administrativo e criminal. "Disseram que sou chefe de milícia, envolvido com narcotráfico. Foram abertos inclusive processos, mas nenhum deles provou que tinha qualquer envolvimento com coisa errada. Se tivesse, por ser opositor do governo, com certeza já estaria atrás das grades", diz.

Entre a eleição de 2010 e de 2014, o patrimônio de capitão Wagner mais do que dobrou, de R$ 130 mil para R$ 340 mil.

Sem os irmãos Gomes no comando direto do Ceará, o parlamentar diz que sua relação com Camilo tende a ser melhor. "A família Gomes está no poder há muito tempo e viu na figura do capitão Wagner uma pessoa que pode crescer, a ponto de ameaçar o plano que eles têm de se eternizar no poder", afirma. "A tensão diminui. Tudo vai depender do bom senso do novo governador, de chamar a categoria para dialogar", diz. "Vai voltar a ter polícia respeitando governo. Hoje não tem isso".

Capitão Wagner diz que dará prazo de seis meses para Camilo. "Não tem como em janeiro colocar a faca no pescoço, exigindo que tudo seja solucionado, diz.

O parlamentar afirma ter um plano com 38 pontos para Segurança Pública, que poderá ajudá-lo a pavimentar sua candidatura à prefeitura da capital. "A candidatura é consequência do trabalho. Se fizer bom trabalho durante um ano e meio, dois anos e se for o desejo da população... Mas só vou tomar a decisão no começo de 2016."

* Com informações do Valor Econômico

Eunício critica PT, denuncia crimes eleitorais e anuncia candidatura em Fortaleza






Candidato derrotado ao governo do Ceará, o senador Eunício Oliveira (PMDB) repete um colega de partido e diz: "O PT é uma harpa paraguaia. Porque a harpa normal se toca para frente e para trás. A harpa paraguaia só se toca para dentro".

O líder do PMDB foi derrotado no segundo turno para o petista Camilo Santana, 46, aliado dos irmãos Cid e Ciro Gomes (Pros).

Ele ataca a legislação eleitoral, que permite que um aliado de Dilma, ele, no caso, tenha como adversário na eleição estadual um candidato do partido da presidente.

"Eu sou aliado a Dilma no plano nacional e tem um candidato do partido contra mim no plano estadual. Não vê como isso é estranho? O Supremo errou quando cortou a verticalização das eleições. Isso está errado. A Suprema Corte também erra."

 A seguir, trechos de sua entrevista à Folha.

Folha - Henrique Eduardo Alves, do PMDB e presidente da Câmara, reclamou do apoio que o PT deu ao adversário dele, Robinson Faria, que acabou eleito governador no Rio Grande do Norte. Como o sr. avalia a participação do PT nacional no Ceará? Foi cumprido o prometido?
Eunício Oliveira -
A eleição passou. Eu aceito as coisas com naturalidade. Tive quase 2 milhões e 100 mil votos do povo cearense e é isso que eu quero levar dessa eleição. Em relação à participação nacional do PT prefiro guardar minha avaliação para mim mesmo. Não quero externar nenhum juízo de valor. Faço minha autocrítica e espero que eles façam também a deles.

Ficou algum trauma das urnas que pode azedar a relação dos dois partidos no plano nacional?
Sinceramente, mágoa nenhuma. Mas é como disse hoje meu amigo Luiz Henrique [senador do PMDB-SC]. O PT é uma harpa paraguaia. Porque a harpa normal se toca para frente e para trás. A harpa paraguaia só se toca para dentro.

E o senhor concorda com essa avaliação?
Você tem alguma dúvida disso (risos)?

Mas o PT não enviou nem a Dilma nem o Lula para pedir votos para o adversário do senhor. Eles não teriam cumprido parte do acordo?
Eu sou aliado a Dilma no plano nacional e tem um candidato do partido contra mim no plano estadual. Não vê como isso é estranho? O Supremo errou quando cortou a verticalização das eleições. Isso está errado. A Suprema Corte também erra. É feito por homens e mulheres. Nacionalmente eu pedia votos para o 13, mas, no Estado, não podia pedir para o 13, porque meu adversário é do PT. Essa legislação está equivocada. Precisa de uma reforma política já.

Em seu primeiro discurso após eleita, a presidente Dilma Rousseff (PT) sinalizou a necessidade de uma reforma política e o desejo de realizar um plebiscito, mas alguns líderes do seu partido já mostraram resistência em relação a este segundo ponto. O sr. vê viabilidade na realização do plebiscito?
Eu sou líder do PMDB do Senado e lhe digo: isso não passa dessa forma. O Congresso vai derrubar se vier dessa forma. Nós entendemos que tem que existir um referendo, porque a população tem que ser ouvida. O Congresso aprova uma reforma política, e a população vota se quer ou não. O plebiscito não tem sentido. Acabamos de passar por uma eleição. Vamos passar por outra para aprovar uma Constituinte? Não existe isso. Na democracia deve-se respeito ao Parlamento como aos outros poderes. Se vier dessa forma eu encaminho contra.

E em relação àqueles peemedebistas que não fecharam apoio com Dilma? Ainda existe o racha no partido? Fala-se da eleição de Eduardo Cunha, líder do bloco dos dissidentes, para a Câmara em 2015...
Disputa de mesa é normal. O PMDB não pode se candidatar? Por que não? O PT não disputou com o PMDB no Rio, sendo que o Pezão disputava a reeleição? Então pode existir disputas internas, mas não quando a preferência é do PT? É de novo a história da harpa.

Fechado o segundo turno, o PMDB foi o partido com mais governadores eleitos nos Estados, sete, ao todo. Isso força uma maior proximidade da presidente com a bancada peemedebista? Aumentará a composição de nomes do partido no ministério?

O PMDB aumentou sua força no país. Essa questão de ministério para mim é secundária. Por mim o PMDB nem aceitava nenhum ministério nesse governo. Nosso apoio não foi por cargo foi em nome de um projeto. E somos hoje o maior partido do Brasil. Sai eleição e entra eleição e o PMDB sempre sai mais forte. Quem não tem tamanho desqualifica o PMDB, mas a população vai lá e mostra que quer o PMDB novamente. É sempre assim. Em relação ao governo Dilma nós não somos agregados. Nós somos o governo. Meu presidente [do partido] é o vice-presidente da República, o Michel Temer. Nós estamos fortalecidos em nome de um projeto maior.

Com essa capilaridade, qual é o projeto do PMDB para 2018?
Eu defendo candidatura própria para presidente. Eu e uma ala importante do partido defendemos isso. O PMDB não precisa ficar à sombra de ninguém. É o maior partido do Brasil.

O sr. defende então o rompimento com o PT para 2018?
Eu defendo que o PMDB lance candidatura própria. Cada partido é livre para seguir seu rumo. Se eles quiserem caminhar em outra posição que fiquem à vontade.

O governador Cid Gomes tem sido cotado para ser ministro de Dilma nesse segundo mandato. O que o sr. acha disso?
Primeiro eu não tenho poder de vetar uma indicação da presidente. Segundo, mesmo que tivesse, não agiria dessa forma, pois qualquer coisa que seja favorável ao meu Estado eu aprovo. Terceiro porque não faço política com ódio ou ressentimento.

Na véspera da eleição estadual o sr. chegou a declarar que o governador usou a máquina do governo para 'esmagar' sua candidatura. O que especificamente foi feito na disputa?
Quem andou em Fortaleza no dia das eleições viu nas ruas mais um milhão de camisas amarelas [cor do adversário Camilo Santana] sendo distribuídas com dinheiro dentro, algo em torno de R$ 70. Na cidade de Quiterianópolis ficamos sabendo que o governo deu feriado nas escolas, prometeu adutora e que ia asfaltar as ruas. Isso na véspera da eleição. Aí, eu que nas pesquisas tinha lá 80% do eleitorado passei a ter 20%. Inverteu o processo. Isso é uso da máquina ou bênção de Deus?

O sr. também reclamou nestas eleições dos ataques que recebeu do atual secretário de Saúde do Ceará Ciro Gomes...
Ele é um desequilibrado. Estava desesperado achando que ia perder o governo, porque ele acha que aquilo é dele e ninguém pode tomar. Levantei 19 processos contra ele, por injúria, difamação e danos morais. Quando receber o dinheiro dele já sinalizei que vou doar tudo para uma instituição que cuida de drogados.

O novo governador Camilo Santana assume com ampla maioria na Assembleia Legislativa. Qual será a posição do sr. a partir de agora no Estado? Muito tem se falado do desejo do sr. de organizar a oposição no Ceará...
O PMDB é a partir de agora oposição no Ceará. Faremos uma oposição propositiva, e não raivosa. Oposição assina CPI, faz o que precisa ser feito. Aquele parlamentar que for cooptado e quiser fazer parte do governo nós vamos brigar para que ele perca seu mandato na Justiça. A legislação eleitoral exige fidelidade partidária e nós vamos fazer valer isso. Vamos fiscalizar o governo.

Embora tenha perdido em 149 municípios do Ceará, o sr. conseguiu vencer em Fortaleza, que é administrada por um prefeito ligado a Cid Gomes. Isso credencia o PMDB para concorrer daqui a dois anos?
O PMDB vai lançar candidatura em Fortaleza e na maioria dos municípios cearenses. Eu vou coordenar isso particularmente em 2016. Saímos extremamente fortalecidos das urnas. Tivemos 57% dos votos na capital. Ganhamos em todas as cidades da região metropolitana, menos duas. Ou seja, estamos fortes.

* Com informações da Folha de S. Paulo

Ministério Público solicita posse de aprovados da URCA






O Ministério Público do Estado do Ceará, através das Promotorias de Justiça de Juazeiro do Norte e do Crato, ingressou na última sexta-feira (24) com uma ação civil pública contra o Estado do Ceará e a Universidade Regional do Cariri (URCA). O pedido é para que sejam feitas a nomeação e a posse dos candidatos aprovados para os cargos de professores efetivos nos últimos concursos públicos. O prazo solicitado é de até cinco dias e de acordo com o limite de vagas decorrentes de cargos ociosos de provimento originário atualmente existente na instituição.

 Além disso, a ação requer que todos os professores contratados temporariamente e/ou substitutos que estejam ocupando as vagas destinadas aos cargos efetivos sejam demitidos/dispensados no prazo de cinco dias. Em caso de descumprimento, o MPCE sugere que seja estabelecida uma multa diária no valor de R$ 50 mil.

O MPCE havia enviado uma recomendação ao governador do Estado sobre o assunto. O documento tratava sobre a nomeação e a posse de 26 aprovados no concurso público para o cargo de professores auxiliar, assistente e adjunto da Universidade. Eles esperam somente a assinatura do ato de nomeação. O tema chegou a ser pauta de reivindicações do recente movimento do Sindicato dos Docentes da URCA (Sindurca).

O prazo de cinco dias para a manifestação acabou sem que o Estado apresentasse qualquer resposta ou justificativa. Vale ressaltar que o atendimento ou não da recomendação ministerial exigia urgência porque um dos certames realizados pela URCA tinha seu prazo de validade expirado no último dia 25.

Mesmo após o encaminhamento da ação civil pública, as investigações do MPCE continuam porque existem outros problemas que atingem a URCA e que merecem ser apurados, como a prática de improbidade e a omissão na nomeação dos candidatos aprovados.




*Com informações do Ministério Público do Estado do Ceará.

Taxistas de Juazeiro do Norte denunciam reajuste abusivo de taxas da Prefeitura

A Prefeitura de Juazeiro do Norte reajustou os valores do Imposto Sobre Serviço (ISS) e do Alvará de Licença cobrados aos taxistas e mototaxistas do município. Até o ano de 2013 os prestadores de serviço de transporte de passageiros pagavam, ao todo, R$ 158,00 pelo Alvará e ISS. Com o novo cálculo, a partir de 2015, os custos dos tributos somarão R$ 429,00.



O aumento exponencial está sendo denunciado pelo vereador Cláudio Luz (PT), da Câmara Municipal. De acordo com ele, um reajuste de 368% prejudicará os profissionais do setor. Os mototaxistas pagarão o mesmo valor dos taxistas já que o novo Código Tributário não faz distinções entre táxi e mototáxi, por exemplo.

O parlamentar fez, nesta quarta-feira (29), uma convocação os taxistas e mototaxistas se manifestem contra a medida da Prefeitura. Cláudio quer que a alteração do novo Código Tributário – Lei Complementar 93/2013 – voltando os valores do ISS e Alvará cobrados nos anos de 2012 e 2013.

O taxista Ricardo Wagner Gomes Costa, de 42 anos, considera o aumento um abuso. Ele reclama que o reajuste foi instituído sem aviso ou consulta aos trabalhadores, que já sofrem com a falta de passageiros e por conta dos altos custos com combustível e manutenção dos veículos. “Não vamos ter como repassar o valor ao cliente, senão ninguém vai trabalhar. Quando a nossa associação pediu uma explicação ao prefeito – Raimundo Macedo (PDMB) – ele disse que iria enviar uma mensagem para a Câmara Municipal, mas o final do ano está chegando e não aconteceu nada”, desabafou Ricardo. 

A reportagem do Ceará News 7 tentou, por diversas vezes, falar com algum representante da Prefeitura de Juazeiro do Norte sobre as novas taxas. No entanto, nenhum dos vários telefones divulgados para contato com a gestão atendeu as ligações. Mais informações poderão ser apresentadas em breve.


Fonte: Ceará News 7